Relogio: Vocês e o Tempo

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Gerenciando Blog - Dicas sobre blogs, SEO e monetização SMSP 2013 em Campinas: a cobertura do Gerenciando Blog

PROJETO A COR DA CULTURA DA 12ª REGIONAL DE ITABAIANA PARAIBA  COORDENADOR REGIONAL:NIVALDO MIGUEL DO NASCIMENTO NETO


SMSP No último sábado, 21/09/13, foi realizado em Campinas o evento Diálogos por SMSP 2013. Foi um encontro entre profissionais, estudantes e interessados em mídias sociais, com apresentação de ótimos conteúdos e discussões. Para quem trabalha com blogs – que é o meu caso – foi a oportunidade de aprender novidades e manter contato com pessoas do meio. Fantástico! Veja neste artigo um pouco mais sobre o que aconteceu no evento.

O SMSP

O SMSP - Social Media SP – é um evento criado em 2012, com o objetivo de levar a discussão sobre mídias sociais para o interior de São Paulo. Ano passado, participei da SMSP Campinas 2012, e gostei tanto que não poderia deixar de participar do evento deste ano.
À frente do evento está a figura do simpático Armindo Ferreira, que sempre consegue reunir um time de feras para tratar de temas interessantes. Veja abaixo quem estava lá neste edição do evento e um breve resumo do que foi apresentado.

1. Vídeo Web Marketing - Kadu Potinatti

SMSP - Kadu Potinatti Kadu é especialista em vídeos para internet. De forma bastante divertida e descontraída, ele contou sua história, mostrando como um de seus vídeos foi parar no Top 5 do programa CQC e como isso mudou sua história.

Uma vantagem dos vídeos é que eles ficam em evidência em buscas do Google. Faça a busca por corrente da felicidade, por exemplo, para entender.
Ele abordou muito bem o uso de vídeos online, mostrando alguns vídeos bastante curiosos e até emocionantes. Um muito bacana é o Ação "Mulher Bonita Não Paga" Spoleto, que mostra muito bem em vídeo uma ação feita pela marca. Outra é a Corrente da Felicidade, da Kibon. São bons exemplos de como se “contar uma história” através de um vídeo.
Outras dicas muito importantes: seja criativo (afinal, milhares de novos vídeos são criados todos os dias) e cative a audiência nos 5 primeiros segundos do vídeo. Sem isso, raramente alguém se manterá interessado em seu vídeo para assisti-lo até o final.

2. Monitoramento e Métricas em Social Media - Marcia Ceschini

SMSP - Marcia Ceschini Conheci Marcia no SMSP do ano anterior. Ela conhece muito bem o tema que trata e é bastante acessível. Em sua extensa palestra, ela se aprofundou bastante em questões referentes ao monitoramento de mídias sociais.

Gostei muito de sua abordagem quanto às “crises” que podem acometer empresas nas mídias sociais. Não responder aos consumidores, demorar a responder ou responder de forma inapropriada pode ser ações que parecem pequenas, mas que podem levar a uma crise. Percebeu como isso se aplica também aos blogs?
Ela também citou algumas métricas importantes para avaliar a repercussão em mídias sociais. O número de visualizações de um post, número de visitantes, posicionamento em ferramentas de buscas e números de links são bons indicadores.
Também foram citadas ferramentas grátis e pagar para acompanhar as menções de uma marca, empresa ou mesmo seu blog em redes sociais. As opções grátis estão abaixo:

3. Geomarketing e Foursquare - Fernanda Silvestre

SMSP - Fernanda SilvestreFernanda surpreendeu-me positivamente com sua apresentação, focada em Foursquare. Até então, meu conhecimento do aplicativo limitava-se ao básico. Ela demonstrou como marcas e empresas podem se diferenciar ao oferecer soluções criativas dentro da plataforma. Fiquei impressionado com as possibilidades!

Não consegui ver um uso para o blog em si, mas para quem tem também uma empresa com endereço físico aberta para o público, vale a pena conhecer mais sobre o Foursquare. Gastando muito pouco, é possível oferecer vantagens para quem fizer o check-in no local e fidelizar clientes.
Uma frase da Fernanda resume bem a utilidade da plataforma: “Não usar não e uma opção”.

4. SEO para Blogs - Rafael Hernandez

SMSP - Rafael HernandezEm termos práticos, a palestra do Rafael é a que mostrou aplicação mais direta a blogs. Ele conseguiu desmistificar muito bem o mistério que muitos ainda acreditam haver em termos de SEO.

Foram mostrados os itens mais importantes, tanto em relação às técnicas on-page quanto as off-page. Gostei da abordagem para explicar as diferenças: “as técnicas on-page são as utilizadas para organizar sua casa, e as off-page para convidar as pessoas para irem até lá”.
Nas técnicas on-page, foi citada a importância do title, URL, heading tags e uso de negrito. Se tudo isso é novidade para você, sugiro ler o artigo 12 dicas para escrever o post perfeito para SEO.
Em termos de técnica off-page, gostei de uma dica que foi novidade para mim: contatar proprietários de sites que já contenham link para sua página e solicitar a melhoria do texto âncora quando ele não é adequado. Simples, mas eficiente!

5. Painel: Mercado e Agências - Luciana Stabille

SMSP - Luciana StabillePara terminar o dia, Luciana (visitem seu ótimo blog Bendito Papel, orgulhosamente mantido no Blogger!) mediou um painel de discussão entre Anaisa Catucci, editora do G1, e Pauline Baron, formada em Relações Públicas e pós-graduada em Marketing.

Foi uma discussão interessante, com participação de plateia, que abordou bem a diferença entre os profissionais de mídias sociais do interior e os da capital. Também gostei de perceber as diferenças de visões entre profissionais de áreas diferentes (Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas).

Conclusão

Eventos como o SMSP são sempre ótimos, não apenas pelo conteúdo – e sempre há novidades para quem participa – como também por encontrar pessoas diferentes e poder trocar experiências.
Se você perdeu o evento e já está se lamentando por isso, há uma boa notícia. Já está sendo organizada a SMSP Arena, que será realizada no dia 07/12/13 em São José dos Campos. Será um formato diferente, com palestras rápidas e, por isso mesmo, muitos temas diferentes. Visite a página e saiba como participar.
Se você participou do SMSP Campinas, deixe suas impressões sobre o evento em um comentário! E, mesmo que não tenha participado, seu comentário também é bem vindo.

Você tem dúvidas ou quer compartilhar sua opinião sobre o assunto? Clique aqui para visitar o artigo no Gerenciando Blog e participe!


Gerenciando Blog, Vila Progresso, Itu/SP - 13313-006, Brasil

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

PROJETO A COR DA CULTURA E OS TEXTOS DE REFLAXÃO

Eu Aprendi

EU APRENDI
Que a melhor sala de aula do mundo
Está aos pés de uma pessoa mais velha;

EU APRENDI

Que ser gentil é mais importante do que estar certo;

EU APRENDI

Que eu sempre posso fazer uma prece por alguém
Quando não tenho a força para
Ajudá-lo de alguma outra forma;

EU APRENDI

Que não importa quanta seriedade a vida exija de você,
Cada um de nós precisa de um amigo
Brincalhão para se divertir junto;

EU APRENDI

Que algumas vezes tudo o que precisamos
É de uma mão para segurar
E um coração para nos entender;

EU APRENDI

Que deveríamos ser gratos a deus
Por não nos dar tudo que lhe pedimos;

EU APRENDI

Que dinheiro não compra "classe";

EU APRENDI

Que são os pequenos acontecimentos
Diários que tornam a vida espetacular;

EU APRENDI

Que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa
Que deseja ser apreciada,
Compreendida e amada;

EU APRENDI

Que deus não fez tudo num só dia;
O que me faz pensar que eu possa?

EU APRENDI

Que ignorar os fatos não os altera;

EU APRENDI

Que o amor, e não o tempo,
É que cura todas as feridas;

EU APRENDI

Que cada pessoa que a gente conhece
Deve ser saudada com um sorriso;

EU APRENDI

Que ninguém é perfeito
Até que você se apaixone por essa pessoa;

EU APRENDI

Que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

EU APRENDI

Que as oportunidades nunca são perdidas;
Alguém vai aproveitar as que você perdeu.

EU APRENDI

Que quando o ancoradouro se torna amargo
A felicidade vai aportar em outro lugar;

EU APRENDI

Que devemos sempre ter palavras doces e gentis
Pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las;

EU APRENDI

Que um sorriso é a maneira mais barata
De melhorar sua aparência;

EU APRENDI

Que todos querem viver no topo da montanha,
Mas toda felicidade e crescimento
Ocorre quando você esta escalando-a;

EU APRENDI

Que quanto menos tempo tenho,
Mais coisas consigo fazer.

(William Shakespeare)

A Vida e a Viagem de Trem

A vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.

Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa viagem conosco, nossos pais.


Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível. Isso porém não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem. Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis!


Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajeto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise.


Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.


Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro. No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento.


Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas, porém, jamais, retornos. Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.


O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades. Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza... mas me agarro na esperança que em algum momento

estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar. Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.

Amigos, façamos com que a nossa estada nesse trem seja tranqüila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.

O preço do amor...

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:

- Cortar a grama do jardim: R$3,00


- Por limpar meu quarto esta semana R$1,00 - Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00


- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia àscompras R$2,00


- Por tirar o lixo toda semana R$1,00


- Por ter um boletim com boas notas R$5,00


- Por limpar e varrer o quintal R$2,00


- TOTAL DA DIVIDA R$16,00


A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.


Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:


- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA


- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA


- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA


- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam -NADA


- Por comidas, roupas e brinquedos - NADA


- Por limpar-te o nariz - NADA


- CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA


Quando o menino terminou de ler o que sua mãe haviaescrito tinha os olhos cheios de lágrimas.


Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mamãe!!!"


Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letraenorme:


"TOTALMENTE PAGO".


Assim somos nós adultos, como crianças, querendor recompensa por boas ações que fazemos.


É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus.


E para nossa sorte é GRATIS. Basta querermos recebê-lo em nossas vidas!


Que DEUS, abençôe todos vocês no dia de hoje (e sempre), e não devemos esquecer do AMOR universal que nos é cedido pelo PAI !

O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

Faça Hoje, Não Amanhã

Diz o preguiçoso: "Amanhã farei."
Exclama o fraco: "Amanhã terei forças."
Assevera o delinqüente: "Amanhã regenero-me."
É imperioso reconhecer, porém, que a criatura,
adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda,
a noção real do tempo. Quem não aproveita
a bênção do dia vive distante da glória do século.

A alma sem coragem de avançar cem passos

não caminhará vinte mil.
O lavrador que perde a hora de semear
não consegue prever as conseqüências da procrastinação
do serviço a que se devota, porque,
entre uma hora e outra,
podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração.

Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida.

Contudo a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós.
Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos.

Se todas as aves possuem asas, nem todas

se ajustam à mesma tarefa nem planam no mesmo nível.
A andorinha voa na direção do clima primaveril,
mas o corvo, de modo geral, se consagra,
em qualquer tempo, aos detritos do chão.
Aquilo que o homem procura agora surpreenderá amanhã,
à frente dos olhos e em torno do coração.

Cuida, pois, de fazer, sem delonga,

quanto deve ser feito em benefício de tua própria felicidade,
porque o Amanhã será muito agradável
e benéfico somente para aquele que trabalha no bem,
que cresce no ideal superior
e que aperfeiçoa nas abençoadas horas de Hoje.

Vale a Pena

Vale a pena a tentativa e não o receio
Vale a pena confiar e nunca ter medo
Vale a pena encarar e não fugir da realidade
Ainda que eu fracasse, vale a pena lutar
Vale a pena discordar do melhor amigo e não apoiá-lo em suas atitudes erradas
Vale a pena corrigí-lo
Vale a pena encarar-me no espelho e ver se estou certo ou errado
Vale a pena procurar ser o melhor e aí...
Vale a pena ser o que for
Enfim
Vale a pena viver a vida, já que a vida não é tudo que ela pode nos dar
Mas sim tudo o que podemos dar por ela

Os Dons da VidaOs Dons da Vida

A vida não é acaso, teve o seu grande Arquiteto,
Que nos criou como irmãos, com carinho e muito afeto,
Nos criou à sua imagem e naquele momento dizia:
"Vão ter tudo que quiserem para passarem seus dias".

Olhando um mundo tão belo, falar quase não puderam,

Passaram o dia pensando: que tanta coisa nos deram!
Um chão coberto de flores, árvores e passarinhos,
O vento cortando a mata e rio cantando baixinho.

Um sol bonito ajudando as plantas verdes crescerem,

E terra boa, tão fértil, para todos sobreviverem;
Uma lua fina e bonita, que a noite nós vamos ver,
Estrelas no firmamento mostram a grandeza do ser.

A força bruta nos deram para o trabalho pesado,

Nos deram coragem e calma e do saber fomos dotados;
Nos deram coisa sublime que só o homem a tem,
A maravilha do mundo: o amor que o ser detém .

Porém a mais importante, a coisa bela e sagrada,

Que o Deus da vida nos deu não nos pedindo nada,
Não importando a cor, raça ou mesmo a idade,
O dom mais precioso da vida: a sonhada liberdade.

Liberdade que não é somente o ir e o vir,

É também poder falar, comer, beber e vestir,
Poder levar a família um dia pra passear,
Ter o direito sagrado de sorrir e trabalhar.

Se no Nordeste isto temos, sentimos e praticamos,

Que até podemos dizer: que povo feliz somos!
Temos a opção de sentir, olhar e nada fazer,
Ficar de braços cruzados, esperando só morrer.

Os dons da vida nós temos na força da natureza,

Porém não terão valia se só servirem à riqueza.
Façam o bem não façam o mal , façam a coisa acontecer,
Se todos fizerem isto, certamente vão vencer.

A Vida é...A Vida é...

A vida é uma oportunidade, aproveita-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saboreia.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.

Madre Teresa de Calcutá

Não espere...

Não espere um sorriso para ser gentil;
Não espere ser amado para amar;
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de quem está ao seu lado;
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida;
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar;
Não espere a queda para lembrar-se do conselho;
Não espere...
Não espere a enfermidade para perceber o quanto é frágil a vida;
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar;
Não espere a mágoa para pedir perdão;
Não espere a separação para buscar reconciliação;
Não espere a dor para acreditar em oração;
Não espere elogios para acreditar em si mesmo;
Não espere...
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado;
Não espere o eu te amo,para dizer eu também;
Não espere o dia da sua morte para começar a amar a vida;
E então,o que você está esperando?

Acredite na Vida

"Acreditar que a nossa vida não é melhor ou pior do que a de ninguém.
Nunca sentir-se maior ou menor, mas igual.
Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade.
Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhar das lágrimas, diante da necessidade, é outra maneira de irmos ao encontro dela.
Ser humilde, prestar favores sem recompensas, abrir as mãos e oferecer ajuda, é uma maneira de buscar a felicidade.
Chorar e sofrer, mas lutar e procurar vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar, é uma maneira de ganhar a felicidade. Aprender à defender seus ideais e a amar seus semelhantes, à conquistar seus amigos pelo que é e não pelo que queiram que seja, é mais uma maneira de abraçar a felicidade.
Saber ganhar e saber perder, é uma rara conquista, mas você consegue.
Tenha fé, acredite em Deus!!! Viva cada momento de sua vida como se fosse o último.
Faça de sua vida uma conquista de vitórias, uma virtude e aproveite tudo o que ela te der como oportunidade. Mesmo sofrendo, sofra amando. Pois é através do amor que você encontrará as chaves para abrir as portas da felicidade...''

Aceitar é Ser Feliz !

"Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou. Não acho graça em quem não acha graça. Acho chato quem não se contradiz. Às vezes desejo mal. Sou humana. Sou quase normal. Não ligo se gostarem de mim em partes. Mas desejo que eu me aceite por inteiro. Não sou perfeita, não sou previsível. Sou uma louca. Admiro grandes qualidades. Mas gosto mesmo dos pequenos defeitos. São eles que nos fazem grande. Que nos fazem fortes. Que nos fazem acordar. Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, ACEITAR É SER FELIZ"

Deixe a raiva secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Julia sua amiguinha, veio bem cedo convida-la para brincar.

Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manha. Julia, então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.


Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial.


Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.


Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: Esta vendo, mamãe, o que a Julia fez comigo?


Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Julia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:


- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?


Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.


Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois e, minha filha! Com a raiva e a mesma coisa.


Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão.


Logo depois alguém tocou a campainha. Era Julia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:


- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atras da gente?


Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.


Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim.


Não foi minha culpa.


Não tem problema, disse Mariana, minha raiva ja secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar historia do vestido novo que havia sujado de barro.

 

Bom dia, dia lindo!

Você está a bordo de um novo dia.

Diga: bom dia, dia!

Bom dia, vida!
Bom dia, sensibilidade!
Bom dia, fé!
Bom dia, coragem!
Bom dia, talento!
Bom dia, trabalho!
Bom dia, alegria!
Bom dia, felicidade!
Bom dia pra você!

Tem muita coisa boa para você aproveitar.

Há sensações que vem de dentro e que precisam ser colocadas para fora.
Há sensações que vem de fora que precisam ser interiorizadas.

Esteja aberto e pronto para emitir sinais. E também para captar o que está no ar.

Se o caminho que você planejou é muito longo, não se desespere com a distância que ainda falta para chegar.
Concentre-se no próximo passo. Ou mesmo no primeiro passo.

Hoje você pode começar algo novo que vai levá-lo muito longe.

Inicie algo hoje nem que seja uma mudança.
Se você resiste a mudanças tenha ao menos desculpas novas para dar pelo que você deixa de fazer.

Tenha atitudes simples, mas honestas.

O início de qualquer coisa nova para sua evolução, pessoal, espiritual ou profissional, começa aí dentro de você, silenciosamente, enquanto organiza seus pensamentos para mais um dia.
Está no ar uma nova manhã... Um novo dia... Uma nova semana...

 

Aprendi com o Mestre dos Mestres que...

Aprendi com o Mestre dos Mestres que a arte de pensar é o tesouro dos sábios. Aprendi um pouco mais a pensar antes de reagir, a expor - e não impor - minhas idéias e a entender que cada pessoa é um ser único no palco da existência.

Aprendi com o Mestre da Sensibilidade a navegar nas águas da emoção, a não ter medo da dor, a procurar um profundo significado para a vida e a perceber que nas coisas mais simples e anônimas se escondem os segredos da felicidade.


Aprendi com o Mestre da Vida que viver é uma experiência única, belíssima, mas brevíssima. E, por saber que a vida passa tão rápido, sinto necessidade de compreender minhas limitações e aproveitar cada lágrima, sorriso, sucesso e fracasso como uma oportunidade preciosa de crescer.


Aprendi com o Mestre do Amor que a vida sem amor é um livro sem letras, uma primavera sem flores, uma pintura sem cores. Aprendi que o amor acalma a emoção, tranquiliza o pensamento, incendeia a motivação, rompe obstáculos intransponíveis e faz da vida uma agradável aventura, sem tédio, angústia ou solidão. Por tudo isso Jesus Cristo se tornou, para mim, um Mestre Inesquecível"


Augusto Cury

Vencer os outros
não chega a ser
uma grande vitória.
Vitorioso
é aquele que consegue
vencer a si mesmo
combatendo seus vícios
e controlando suas paixões.
A vitória sobre nós mesmos
é muito mais difícil.
Ela requer mais coragem
mais disciplina e mais decisão.
Se você
não conseguir na primeira vez
tente de novo.
O simples fato de tentar de novo
já será sua primeira vitória.

Te desejo um Dia de Vitória !

A BLOGUEIRA VANDA DE MOÇAMBIQUE MOSTRA UMA DAS ATIVIDADES QUEM TEM NO PAIS DELA E NOSSO PROJETO A COR A CULTURA DA 12ª REGIONAL DE ITABAIANA PARAIBA APOIA ESTA INICIATIVA

Produção de Sal em Moçambique

Link to Moz Maníacos

Produção de Sal em Moçambique


Existem algumas actividades bem curiosas no mundo, daquelas que simplesmente é difícil imaginar o processo todo até chegar a nós como coisa bonita e que dê para consumir. Umas das coisas que mais usamos no dia-a-dia é o sal de cozinha. Sim, quase todas as refeições que preparamos precisam de sal, mas alguém imagina o processo para chegar naquelas embalagens todas bonitinhas que vemos nos supermercados?

Acredito que nos países mais desenvolvidos o processo envolva máquinas mas cá em Moçambique faz-se tudo manualmente, ou seja, o processo envolve diversos homens. Leva alguns dias para lavar o sal, secar, fazer a iodização e embalar. Existem daquelas salinas que levam o sal e mandam para outros países que é para o processamento e depois volta a Moz um pouco caro.

Produção de Sal em Moçambique

Recolha do sal

Senhoras recolhendo sal amontoado

Senhoras do sal na praia

Na fábrica de produção de sal

Homens empacotando o sal

Produção do sal completa

O artigo Produção de Sal em Moçambique foi publicado por no site Moz Maníacos. A opinião pessoal do autor não reflecte necessariamente a opinião do Portal.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

PROJETO A COR DA CULTURA 12ª REGIONAL DA EDUCAÇÃO DE ITABAIANA PARAIBA

Valores Civilizatórios

Circularidade

Todos nós conhecemos o prazer que advém do ato de sentar em roda com amigos para contar histórias, fazer música, brincar com jogos ou manifestar a religiosidade. Os próprios valores civilizatórios são bons exemplo de circularidade. A vida é cíclica. Podemos estar muito bem agora e numa posição ruim depois até que voltemos a um estado satisfatório. A humanidade inteira permanece unida por este sentimento circular.

“O terreiro tem o papel importantíssimo de resgatar a Mãe África, mesmo que através de uma nostalgia, de um lamento. E é esse território representado pelo círculo que vai reaparecer em várias atividades, de cunho religioso e também no espaço lúdico. Essa mesma roda está presente na capoeira, no jongo, no tambor de crioula, na gira da umbanda e no samba”.

Religiosidade

Para a nação afro-descendente, religiosidade é mais do que religião: é um exercício permanente de respeito à vida e doação ao próximo. A propósito, em tempos de tanta violência gratuita, vale pontuar que a vida é um dom divino, de caráter transcendental, e deve ser usada para cuidar de si e do outro.

“A cada dia acontece uma lição de vida. Aprende-se de tudo, a comunicação com os mais velhos, com os mais novos, o trabalho em grupo fazendo-se o que gosta ou que não gosta; e, sobretudo, aprende-se o gosto pela vida, numa estreita relação com o Orixá” (Mãe Stella)

Corporeidade

Este conceito nos ensina a respeitar cada milímetro do corpo humano, que deve estar presente em cada ação e em diálogo com outros corpos. As demandas corporais devem ser consideradas. Afinal, o corpo atua, registra nele próprio a memória de várias maneiras, seja através da dança, da brincadeira, do desenho, da escrita, da fala. Das músicas às danças, com tudo o que elas anunciam e denunciam. Os corpos dançantes revelam memórias coletivas.

“Aprendemos que as danças circulam e que o corpo informa sobre a vida de cada dançarino” (Antonio Nóbrega)

Musicalidade

Famosa no mundo inteiro pela sua qualidade inconteste, a música brasileira tem os dois pés bem fincados no Continente Negro. Quem resiste aos encantos de uma batucada? A musicalidade, a dimensão do corpo que dança e vibra em resposta aos sons só reafirma a consciência de que o corpo humano também é melódico e potencializa a musicalidade como um valor.

“O som é o ponto de partida dos primeiros habitantes do globo terrestre rumo à formação dos primeiros agrupamentos humanos que, no curso da evolução, irão constituir a nossa civilização. A importância da música, da qual o som é a matéria-prima, é superior à descoberta do fogo, ou à invenção da roda ou da imprensa” (Charles Murray)

Memória

Para despertar o sentimento de afro-brasilidade e, sobretudo, de orgulho ao exibi-la, é necessário mexer no eixo do racismo e da memória: o racismo como algo a ser enfrentado e a memória para que a presença africana que habita em nós possa emergir livremente.

Ancestralidade

Quando se pensa em ancestralidade, faz-se uma imediata ponte com a história e a memória. Convém não esquecer o passado. Não há fórmulas complexas para vivenciar o que é, de fato, a ancestralidade. Quer provar? Então saia em busca do relato dos mais velhos, que trazem o rico imaginário afro-brasileiro.

“A memória compõe nossa identidade. É por intermédio da memória que construímos nossa história. Ao construir a memória, construímos lembrança, que para existir precisa do outro e necessita ser compartilhada. Assim também é a obra de arte” (Franklin Esparth Pedroso)

Cooperativismo

Falar sobre cultura negra requer usar a palavra ‘coletivo’. Pensar em africanidades é pensar em comunidade, em diversidade, em grupo. Imaginem o que teria acontecido com a população negra num sistema escravocrata se houvessem desprezado o princípio da parceria, do diálogo, da cooperação? E ainda nos dias que corre, nesta sociedade racista excludente?

“Durante séculos os povos da África Central tinham lidado com a diversidade étnica, desenvolvido tradições religiosas comuns e compartilhado formas culturais. Essas habilidades eles as transmitiram para o Brasil, onde utilizaram indiscutivelmente técnicas similares para lidar com a diversidade cultural” (Karasch)

Oralidade

Herança direta da cultura africana, a expressão oral é uma força comunicativa a ser potencializada. Jamais como negação da escrita, mas como afirmação de independência. A oralidade está associada ao corpo porque é através da voz, da memória e da música, por exemplo, que nos comunicamos e nos identificamos com o próximo.

“Griots são contadores de histórias fundamentais para a permanência da humanidade: são como um acervo vivo de um povo. Carregam nos seus corpos lendas, feitos, canções e lições de vida de uma população, envoltos numa magia própria, específica dos que encantam com o corpo e com sua oralidade” (Gregório Filho)

Energia Vital

O princípio do axé é a vontade de viver e aprender com vigor, alegria e brilho no olho, acreditando na força do presente. Em nada se assemelha a normas, burocracias, métodos rígidos e imutáveis. Pelo contrário. Tudo é uma possibilidade para quem é guiado pelo axé.

“Perdi os dedos, mas não a força e a vontade de esculpir. Aprendi a usar os joelhos como quem usa os pés. Amarrei os instrumentos às mãos para continuar a trabalhar. Afinal, a criação nasce na cabeça, não na ponta dos dedos” (Heróis de Todo Mundo, programa sobre Aleijadinho)

Ludicidade

Entre suas variadas utilidades, os jogos sempre viabilizaram o aprendizado. Também serviram para transmitir as conquistas da sociedade em diversos campos do conhecimento. Quando os membros mais velhos de um grupo revelam aos jovens como funciona um determinado jogo de tabuleiro, por exemplo, eles transmitem uma série de conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural daquele grupo.

“Antigamente, o jogo era associado a ritos mágicos e sagrados. Dependendo do lugar, era reservado apenas para os homens, ou para os homens mais velhos, ou, ainda, era exclusivo dos sacerdotes” (Os Melhores Jogos do Mundo)

Instituições

Nesta terceira fase o A Cor da Cultura pretende oferecer as bases para a sustentabilidade e autonomia na utilização dos materiais e metodologias para o fortalecimento das redes.

Com isso, nove instituições (ONGs, universidades, fundações, institutos etc), atravésde um edital público realizado no início de 2010, foram selecionadas para serem os formadores das redes de ensino utilizando o Kit A Cor da Cultura.

Conheça um pouco de cada uma delas abaixo.

Ação Educativa

A ONG foi fundada em 1994, tem sede em São Paulo e foi declarada Utilidade Pública no Município e Estado de São Paulo. Desenvolve projetos e ações na área da educação, como formação de educadores, produção de material pedagógico, desenvolvimento de programa de integração da escola com a comunidade entre outros.

ACEAA

A Associação Centro de Estudos Afro Asiáticos da Universidade Candido Mendes

ACEAA foi criada em 1996 para realizar atividades e programas relacionados aos estudos africanos e asiáticos. Promoveu e realizou inúmeras atividades como: curso de pós-graduação em História da África e do Negro no Brasil, curso de Relações Internacionais, curso de História do Século XX, seminários e cursos de formação sobre a África, cursos de formação de professores, entre outras.

CEAP

Centro de Articulação de Populações Marginalizadas / Núcleo Brasileiro, Latino Americano e Caribenho de estudos em relações raciais, gênero e movimentos sociais - NBLAC, da Universidade Federal do Ceará, Campus Cariri

O CEAP é uma ONG, sem fins lucrativos, fundada no Rio de Janeiro em 1989, por ex-internos da Funabem, Movimento de Mulheres e membros da comunidade negra. O NBLAC é  espaço acadêmico especializado em estudos de relações raciais e suas interações com gênero, educação, culturas, identidades, desigualdades sociais, políticas públicas e movimentos sociais.

FUNDEP

Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa/Programa de Ações Afirmativas da Universidade Federal de Minas Gerais

O Programa Ações Afirmativas desenvolve, desde 2001, o conhecimento da problemática racial na educação brasileira, especialmente na inserção e permanência de alunos afrodescendentes no ensino superior; atividades internas e extrauniversidade voltadas para valorização da cultura negra em suas múltiplas expressões; colaboração no desenvolvimento de políticas e programas de formação de docente junto a municípios e estados, entre outros.

GELEDÉS – Instituto da Mulher Negra

Geledés, formado em 1988 e com sede em São Paulo, é uma Organização Não Governamental voltada ao enfrentamento do preconceito racial e de gênero na sociedade brasileira e tem o objetivo de desenvolver propostas de políticas públicas que promovam a equidade de gênero e raça.

IJC – Instituto de Juventude Contemporânea

O IJC, legalizada em 1999, foi criada por jovens das pastorais populares, que decidiram ter um instrumento de ação direta junto à juventude. O instituto tem o objetivo de desenvolver práticas político-sociais, tendo o jovem como protagonista, e construir uma sociedade justa, democrática, fraterna e sustentável.

INDEC

O Instituto de Desenvolvimento Cultural Nova Iguaçu - INDEC foi fundado em 1992, no bairro de Miguel Couto, em Nova Iguaçu, para dar continuidade ao trabalho social desenvolvido por Mãe Beata no início do ano de 1987. Dedica-se às ações que chamem atenção para as demandas das comunidades de terreiro e da comunidade do entorno.

NEAB/UFU

Núcleo de Estudos Afro Brasileiros da Universidade Federal de Uberlândia

A UFU tem em sua estrutura uma Escola de Formação Básica, com o NEAB e inúmeros centros de desenvolvimentos de pesquisas e programas variados, dentre os quais: o “Programa de Formação continuada em Educação”, o “Plano Nacional de Formação de Professores”, o “Programa de Formação Básica”. Destaca-se o curso de Pós-Graduação em História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, coordenado pelo NEAB e financiado MEC/SECAD/FNDE

N’ZINGA

Coletivo de Mulheres Negras de Belo Horizonte

O Nzinga, fundado em 1986, tem a sede em Belo Horizonte é uma organização feminista negra que luta contra todas as formas de discriminação e opressão de gênero e raça/etnia. N’zinga também tem o objetivo de buscar alternativas que proporcionem a inclusão sociopolítica e econômica das mulheres afrodescendentes e seus familiares na sociedade

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

PROJETO A COR DA CULTURA MOSTRANDO OS TRABALHOS PEDAGÓGICO DOS EDUCADORES DO MUNDO

Mensagens e dinâmicas para encontros pedagógicos

Estes textos foram alguns que eu trabalhei ano passado com meus professores. Devido a gestação da Laura eu trabalhei só até o meio do ano. É, a pequena precisou ficar descansando até o nascimento. Mas tudo deu muito certo, ela está cada dia mais fofinha.
Então vamos lá. Vou colocar o texto e como eu utilizei com a equipe escolar.

1. A Estrela Verde
"Era um vez, milhões e milhões de estrelas no céu. Havia estrelas de todas as cores: brancas, lilases, prateadas, douradas, vermelhas e azuis. Um dia, elas procuraram o Senhor Deus Todo-Poderoso e disseram-lhe: “Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra, entre os homens.” "Assim será feito" - respondeu Deus - "Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer até a Terra." Conta-se que naquela noite houve a mais linda das chuvas de estrelas. Algumas aninharam-se nas torres das igrejas, outras foram brincar e correr com os vaga-lumes dos campos, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada.

Passado algum tempo porém, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para ao céu, deixando a Terra outra vez escura e triste. "Por que voltaram?" perguntou Deus à medida em que chegavam novamente ao céu. "Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra; lá existe muita desgraça, muita fome, muita violência, muita injustiça, muita maldade, muita doença." E o Senhor lhes disse "Claro, o lugar real de vocês é aqui no céu, estamos no lugar da perfeição, no lugar onde tudo é imutável, onde nada perece." Depois de chegadas todas as estrelas e conferindo-lhes o número, Deus tornou a falar: "Mas está faltando uma estrela... Perdeu-se pelo caminho?" Um anjo, que estava perto, replicou: "Não, Senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que o seu lugar é exatamente onde existe imperfeição, onde há limites, onde as coisas não vão bem." "Mas que estrela é essa?" - voltou Deus a perguntar. "Por coincidência, Senhor, é a única estrela dessa cor." "E qual a cor dessa estrela?"- insistiu Deus. E o anjo disse: "A estrela é verde, Senhor, a estrela verde do sentimento da esperança." Quando então olharam a Terra, a estrela já não estava só. A Terra estava novamente iluminada, porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. Porque o único sentimento que o homem tem e Deus não tem é a esperança. Deus já conhece o futuro, enquanto que a esperança é própria da Natureza Humana. Daquele que cai, daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que não sabe ainda como será o seu futuro."

  • Primeiro o texto foi lido.
  • Depois fiz várias estrelas verdes de papel, uma para cada participante da reunião.
  • Coloquei para os professores que eles são a estrela verde de cada aluno na escola. Pedi que cada um escrevesse dentro da estrela como ele poderia iluminar a vida dos alunos que mais precisam de atenção em sua sala de aula.
  • As estrelas foram trocadas entre os participantes e lidas.

2. Oração da Escola
Gabriel Chalita


Obrigado, Senhor, pela minha escola!

Ela tem muitos defeitos. Como todas as escolas têm. Ela tem problemas, e sempre terá. Quando al­guns são solucionados, surgem outros, e a cada dia aparece uma nova preocupação.

Neste espaço sagrado, convivem pessoas muito diferentes. Os estudantes vêm de famílias diversas e car­regam com eles sonhos e traumas próprios. Alguns são mais fechados. Outros gostam de aparecer. To­dos são carentes. Carecem de atenção, de cuidado, de ternura.

Os professores são também diferentes. Há alguns bem jovens. Outros mais velhos. Falam coisas dife­rentes. Olham o mundo cada um à sua maneira. Alguns sabem o poder que têm. Outros parecem não se preocupar com isso. Não sabem que são líderes. São referenciais. Ou deveriam ser.

Funcionários. Pessoas tão queridas, que ouvem nossas lamentações. E que cuidam de nós. Estamos juntos todos os dias. Há dias mais quentes e outros mais frios. Há dias mais tranqüilos e outros mais tumultuados. Há dias mais felizes e outros mais do­lorosos. Mas estamos juntos.

E o que há de mais lindo em minha escola é que ela é acolhedora. É como se fosse uma grande mãe que nos abraçasse para nos liberar somente no dia em que estivéssemos preparados para voar. É isso. Ela nos ensina nossa vocação. O vôo. Nascemos para voar, mas precisamos saber disso. E precisamos, ain­da, de um impulso que nos lance para esse elevado destino.

Não precisamos de uma escola que nos traga todas as informações. O mundo já cumpre esse pa­pel. Não precisamos de uma escola que nos transfor­me em máquinas, todas iguais. Não. Seria um crime reduzir o gigante que reside em nosso interior. Seria um crime esperar que o vôo fosse sempre do mesmo tamanho, da mesma velocidade ou na mesma altura.

Minha escola é acolhedora. Nela vou permitin­do que a semente se transforme em planta, em flor. Ou permitindo que a lagarta venha a se tornar bor­boleta. E sei que para isso não preciso de pressa. Se quiserem ajudar a lagarta a sair do casulo, talvez ela nunca tenha a chance de voar. Pode ser que ela ain­da não esteja pronta.

Minha escola é acolhedora. Sei que não apreen­derei tudo aqui. A vida é um constante aprendizado. Mas sei também que aqui sou feliz. Conheço cada canto desse espaço. As cores da parede. Os quadros. A quadra. A sala do diretor. A secretaria. A bibliote­ca. Já mudei de sala muitas vezes. Fui crescendo aqui. Conheço tudo. Passo tanto tempo neste lugar. Mas conheço mais. Conheço as pessoas. E cada uma de­las se fez importante na minha vida. Na nossa vida.

E, nessa oração, eu Te peço, Senhor, por todos nós que aqui convivemos. Por esse espaço sagrado em que vamos nascendo a cada dia. Nascimento: a linda lição de Sócrates sobre a função de sua mãe, parteira. A parteira que não faz a criança porque ela já está pronta. A parteira que apenas ajuda a criança a vir ao mundo. E faz isso tantas vezes. E em todas às vezes fica feliz, porque cada nova vida é única e merece todo o cuidado.

Obrigado, Senhor, pela minha escola! Por tudo o que de nós nasceu e nasce nesse espaço. Aqui, posso Te dizer que sou feliz. E isso é o mais importante. Amém!

  • Entreguei o texto aos professores.
  • Passei o áudio da oração feita pelo próprio autor. (Se precisar do áudio, deixe o e-mail que eu envio)
  • Depois cada um disse o que mais chamou atenção na mensagem.

3. Professores Apaixonados

Gabriel Perissé
Professores e professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa de que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências.

As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos.

Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!

Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.

Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados.

Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.

Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.

Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada.

Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.

Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.

A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.

  • Leitura e debate do texto

4. A arte de ser feliz

Cecília Meireles

Houve um tempo em que minha janela se abria

sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.

Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,

e o jardim parecia morto.

Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,

e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.

E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.

Outras vezes encontro nuvens espessas.

Avisto crianças que vão para a escola.

Pardais que pulam pelo muro.

Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.

Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.

Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.

Ás vezes, um galo canta.

Às vezes, um avião passa.

Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.

E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,

que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,

outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,

finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.



  • Leitura do poema.



  • Cada um recebeu uma janela, nela deveria ser escrito o que ele vê e o faz feliz.



5. Ver Vendo
Otto Lara Rezende


De tanto ver, a gente balaniza o olhar – ver... não vendo.

Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia, sem ver.

Parece fácil, mas não é: o que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade.

O campo visual da nossa retina é como o vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.

Se alguém lhe pergunta o que você vê pelo caminho, você não sabe.

De tanto vê, você banaliza o olhar.

Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório.

Lá estava sempre, pontualíssimo, o porteiro.

Dava-lhe bom dia, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência.

Um dia o porteiro faleceu.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia.

Em 32 anos nunca consegui vê-lo.

Para ser notado o porteiro teve que morrer.

Se, um dia, em seu lugar tivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser, também, que ninguém desse por sua ausência.

O hábito suja os olhos e baixa a vontade. Mas a sempre o que ver; gente; coisa; bichos.

E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê aquilo que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpo para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez, o que, de tão visto, ninguém vê. O pai que raramente vê o próprio filho. O marido que nunca viu a própria mulher.

Os nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos.

...e por ai que se instala no coração o monstro da indiferença.



  • Leitura do texto
  • Dividiu o grupo em pares, um de frente p o outro. Enquanto um fecha o olho o outo teria que modificar uma coisa no seu visual e outro teria que descobrir.
  • Socializar e discutir como as vezes não observamos as coisas a nossa volta. Como temos um olhar viciado, entre outras coclusões bastante pertinentes para trabalhar os relacionamnetos interpessoais.